Tratava o muleq de zé biela, ela era daquela.. ahh marcela!!!Levava na rédea curta, Zuava e não dava trela!! Jogava no bicho, armava barraco e gritava como se esguela. Rumava rebu e zuava pela janela...
Té quando num dia de querela ele mandou o sapato nela... Rancou o coro da donzela, deu-lhe uma surra de fivela e lhe rebentou duas costelas.
Ahhh rapaz.. a bichinha saiu desbarrancando na pinguela, embirutada emburacando nas vielas, e ele pra não pagar de zé panguela, já que tinha estribuchado as parafusetas dela, meteu sebo na canela, desceu a rampa na banguela...
Se escafedeu lá pra favela, foi no terreiro acendeu dúzia de vela... parou na budega do falabela pediu mei litro de cana e sanduba de mortadela. Um caldo de piranha e uma porção de moela.
Quem logo chegou foi Donatella, véio sabido deu a letra sobre ela: “A moça era bonita mas era conhecida como chave de cela, aahhh marcela!! Mais um que se mela, por querer enfiar parafuso sem medir a ruela.”
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