Aos tropeços na trilha do destino a entortar a inevitável trama do futuro. Um outro atrás do passo que ao largo de mim passa, a passear pelo passado.
Na passada do bailado cósmico, a gingar pelo amanhã. Com a manha de viajar no tempo voando vadio pela vida vã... (mas se o presente é um afã!!!??).
Como ausentar-se de estar em si... Transanuviar-se em nuvens vermelhas?? Toda explosão começa pelas centelhas...
Fitando os passos marcados na estrada da liberdade
vislumbro as sombras vastas da eternidade.
Nossa poesia é a erva daninha do concreto É Jardim onde se anCora São o Sem Teto Podam-lhe os galhos mas a raiz permanece Na Madrugada Suja das frestas frias cresce Quando jogam-na ao chão um verso o aMORtECE Brotam belezas ocultas reveladas a quem merece Raiz ramada no escuro. Silenciosa e Lentamente UnirVersos a germinar revoluçoes em sementes... TudoNosso!
segunda-feira, 28 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Remédio dessa Apatia
Desborda raiada a estrela da manhã num rebento,
deixo que o brilho aos meus olhos caia. N'Aurora me oriento!
As pálpebras cansadas carregando o peso largo da boemia,
não se entregam nas calçadas, e posso espreitar o sol desbragando o dia.
E eu me largando nos braços da poesia,
versando a vez da valsa vadia.
Que me pega e na paga da tonteria,
me traga e num transe se torna o remédio dessa apatia...
Que tu me entreg'às cegas ao raiar do dia.
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