Nossa poesia é a erva daninha do concreto
É Jardim onde se anCora São o Sem Teto
Podam-lhe os galhos mas a raiz permanece
Na Madrugada Suja das frestas frias cresce
Quando jogam-na ao chão um verso o aMORtECE
Brotam belezas ocultas reveladas a quem merece
Raiz ramada no escuro. Silenciosa e Lentamente
UnirVersos a germinar revoluçoes em sementes... TudoNosso!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Confissões de um Trovador
...Quero te lambuzar com meu gozo lírico.
Te assediar com poetagens lúbricas
e te masturbar com minha verborragia leviana
até deixar o soneto do teu corpo todo trovadinho...
ai deliççça
ResponderExcluirdiliça memo...rs
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