Nossa poesia é a erva daninha do concreto
É Jardim onde se anCora São o Sem Teto
Podam-lhe os galhos mas a raiz permanece
Na Madrugada Suja das frestas frias cresce
Quando jogam-na ao chão um verso o aMORtECE
Brotam belezas ocultas reveladas a quem merece
Raiz ramada no escuro. Silenciosa e Lentamente
UnirVersos a germinar revoluçoes em sementes... TudoNosso!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Juramento de um Mineiro Nepotista
Enquanto puder desfrutar do doce de leite dela,
de rocambole, biscoitinho e pão com mortadela
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